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        Tradução: Graça Salgueiro
        Após o fracasso da trapaça montada na Europa em dezembro passado, a qual se desbaratou devido ao traiçoeiro assassinato do governador do Caquetá, a alcagüetagem de Colombianos pela Paz para que as FARC brinquem com a dor das vítimas enquanto seus sócios ganham créditos políticos, segue do mesmo modo. 
        Mais uma vez, a questionada senadora liberal anunciou que os “protocolos” de segurança para os terroristas permitirão a libertação de Moncayo. E uma vez mais, o idiota professor Moncayo, que agora tornou-se comunista, repetiu a insensata teoria de que o governo nacional é o culpado pelo fato de os seqüestradores do cartel das FARC se negarem a libertar os militares e policiais seqüestrados.
         Do mesmo modo que em todas as patifarias anteriores, relacionadas com a libertação a conta-gotas com o objetivo de buscar a legitimação internacional dos terroristas, “Mono Jojoy” acaba de repetir a maliciosa proposta fariana de sentar-se para dialogar com os militares.
          A absurda sugestão do chefe terrorista não lança um anzol para ver se pesca em rio revolto, porém sim, corrobora a trama por meio de outro estratagema prorrogatório com fins politiqueiros eleitorais, no exato momento em que seu compadre Hugo Chávez enfrenta a crise de governabilidade mais dura de seu prolongado mandato presidencial.
          A descabida sugestão de Jojoy é uma cópia reproduzida dos estratagemas de Chávez e Correa, que em outras ocasiões pré-fabricaram provas fictícias para demonstrar ante instâncias internacionais que, por um lado, as fumigações contra a coca afetam o Equador, e pelo outro, que a presença militar norte-americana em bases colombianas implica num risco para a segurança nacional venezuelana.
           Cano, Jojoy, Márquez e seus padrinhos pró-terroristas Lula, Chávez, Correa, etc., sabem de antemão que a proposta de pôr no mesmo nível um general da república e um criminoso comunista, é uma absurda e brusca mudança de tom.
          Contudo, a lançam e a apadrinham com ousadia porque sabem de antemão que a resposta será negativa, porém eles a apresentarão depois em documentos propagandísticos, como uma prova do desinteresse do governo nacional para cristalizar a paz na Colômbia que, para as FARC e seus associados, só será possível quando eles estiverem no poder e a Colômbia faça parte dos lacaios da arcaica ditadura cubana.
          E, ao mesmo tempo, a conhecida moleca de recados das FARC (Piedad Córdoba ou “Teodora Bolívar”) e seus comparsas buscam protagonismo eleitoral, com a anuência descarada dos chefes do Partido Liberal que em seu afã de recobrar a Casa de Nariño para fazer politicagem pessoal, deixam fazer e passar a senhora que com o dinheiro dos contribuintes agride a Colômbia em cenários internacionais, reconhece ser admiradora das FARC, aparece relacionada nos computadores de Raúl Reyes como mais uma simpatizante dos terroristas, convida jovens para levantar-se em armas contra o Estado, apadrinha terroristas em Cali, etc.
           Porém, como a amnésia política consuetudinária dos colombianos incrementa-se durante os períodos pré-eleitorais, a imbecilidade coletiva adquire sua dimensão: Pastrana mente com cinismo ao dizer que foi ele quem rotulou as FARC como terroristas e que o vergonhoso fiasco do eleições  foi um triunfo para a Colômbia. E os jornalistas lhe servem de caixa de ressonância.
           Pardo Rueda aproveita a falta de memória dos que esquecem sua nefasta passagem pelo Ministério da Defesa e sua ineptidão nesse cargo. E o que é mais grave, descarado enfraquece seu espírito camaleônico, pois ele e seus eleitores se esquecem de que nas eleições anteriores Pardo não tinha a mais mínima possibilidade, mas foi uribista temporariamente e sob esta sombra obteve a cadeira parlamentar.
Depois, com a atitude desleal do cão que morde a mão do dono que lhe dá de comer, tornou-se anti-uribista. Mas o pior é que os que vão votar nele não entendem que, assim como traiu Uribe, com toda a certeza trairá os que sufragarem a seu favor.

          Entretanto, consciente de suas escassas possibilidades mas em busca de outra embaixada que prolongue sua delicada forma de usufruir do erário público, Noemi fala do divino e do humano…

          A sem-vergonhice é total. Porém, como estamos em época de carnaval: que viva a gandaia!

           Coronel Luis Alberto Villamarín Pulido
           Analista de assuntos estratégicos
           www.luisvillamarin.com

 

   

 

 

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2 Comentarios
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  1. La idea de publicar estos escritos en idiomas diferentes al español es muy acertada. Brasil y Portugal son dos paises muy importantes para las relaciones internacionales de Colombia, por lo tanto informar en portugues a los lectores de esos paises acerca de la corruptela de los politiqueros hampones que no cesan de hacer trampas a Colombia y de la realidad del terrorismo comunista, es un trabajo que tiene alto valor para la defensa de la libertad y la democrcia no solo en Colombia sino en todo el coninente y por extensión en el mundo.

  2. Mas claro no puede cantar un gllo. Al pan pan y al vino vino. Eso es lo que falta en Colombia, editorialistas y columnistas de opinion que no tengan pelos en la lengua para escribir las cosas como son y no como los corruptos de siempre quisieran verlas escritas.

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